Vurcon · Setores
Máquinas CNC para a indústria automóvel e componentes
Para peças automóveis e componentes em série — veios curtos, casquilhos, flanges, suportes e carcaças — o habitual é combinar um torno de barramento inclinado com ferramentas motorizadas e um centro de maquinagem vertical: os SBL da Vurcon trabalham até 5 000 rpm com torreta de 12 posições, e as versões com eixo Y e contra-árvore (SBL66MYS, SBL60H) acabam a peça pelas duas faces num só ciclo. Os centros verticais VL, de 650 a 1 700 mm de curso X a 10 000 rpm, fresam carcaças, suportes e dispositivos.
Peças típicas
- Veios e eixos curtos — torneamento, roscagem e fresagem de rasgos de chaveta e planos com ferramentas motorizadas na mesma fixação.
- Casquilhos e buchas — torneamento interior e exterior a partir de barra; passagem de árvore de Ø71 ou Ø92 mm conforme o SBL.
- Flanges e cubos — torneamento das duas faces e furação de furos axiais e radiais; ideal com contra-árvore.
- Carcaças e tampas — fresagem de planos de junta, mandrilagem de alojamentos, furação e roscagem em centro vertical.
- Suportes e esquadros — várias peças por fixação na mesa do VL para reduzir o tempo por peça.
- Dispositivos e calibres de controlo — peças unitárias de precisão para a própria linha de produção.
Desafios de maquinagem
Nos componentes automóveis tudo se mede em tempo de ciclo e custo por peça. Cada operação feita noutra máquina acrescenta manuseamento, filas de espera e risco de erro, pelo que o objetivo é tirar a peça acabada de um só posto. Com torreta motorizada, eixo Y e contra-árvore, um torno de barramento inclinado torneia, fresa e fura pelas duas faces sem intervenção do operador.
O segundo desafio é a repetibilidade ao longo da série e a rapidez na mudança de referência. Um parque homogéneo — mesmos comandos, mesmo tipo de porta-ferramentas — simplifica a programação, os dispositivos e a formação, e permite passar trabalhos de uma máquina para outra conforme a carga.
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Como trabalhamos
Partimos da sua peça e do seu volume: desenho, material, lote e tempo de ciclo objetivo. Com isso, escolhemos o modelo, a configuração da torreta e as opções, e propomos-lhe como repartir as operações entre torno e centro.
Em stock em Espanha tem o SBL60H, o SBL66MYS, o SBL713M e os centros VL-116, VL-137, VL-157 e VL-178. Instalação e arranque, formação do operador, assistência técnica e peças de substituição, com o respaldo do Grupo Ferrotall.
Perguntas frequentes
Barramento inclinado ou barramento plano para peças em série?
Para séries, barramento inclinado: evacua melhor a apara, leva torreta de 12 posições com ferramentas motorizadas e chega a 5 000 rpm. O barramento plano compensa mais em peças compridas ou unitárias.
O que traz a contra-árvore?
Permite passar a peça da árvore principal para a contra-árvore e maquinar a segunda face no mesmo ciclo, sem voltar a fixar. Têm-na o SBL66MYS e o SBL60H, ambos também com eixo Y.
Que diâmetro de barra admitem os SBL?
O SBL65M, o SBL66MY e o SBL66MYS têm Ø71 mm de passagem de árvore; o SBL713M e o SBL78M, Ø92 mm.
Que centro vertical escolho para carcaças e suportes?
Depende do tamanho da peça e de quantas quer por fixação: o VL-65 tem cursos de 650 × 400 × 500 mm e o VL-178, de 1 700 × 800 × 800 mm, todos a 10 000 rpm com cone BBT40.
Que modelos há em stock?
SBL60H, SBL66MYS e SBL713M em tornos; VL-116, VL-137, VL-157, VL-178 e VU65 em centros de maquinagem, todos em stock em Espanha.
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